Hoje me deparei pensando como eu sou um idiota. Aquela criança teve problemas na infância? Sim. Claro que teve. Mas que problemas minúsculos. Que coisa ridícula. Tanta gente passa por coisas que nós não conseguimos nem imaginar. Ele teve que cuidar da mãe dele e não recebeu toda atenção que deveria receber? Sim. Claro que sim. Mas e quem não teve uma mãe nem para cuidar? Ou quem tem uma mãe que não se pode ser ajudada? Tão pequeno.... Tão ridículo...
Para tudo dai Graças....
Como um rapaz compreendeu que viveu quase sempre em depressão, e quando ela estourou...
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Continuação da estória do garoto...
Algumas pessoas não sabem, ou sabem e não querem parar para pensar nisso, ou seja, fingem que não sabem, que uma criança tem de simplesmente... SER UMA CRIANÇA. Caso isso não aconteça, pode vir a causar algumas dificuldades para essa criança no futuro. Por exemplo: Uma criança, por mais que pareça bobeira, precisa de atenção. Se não recebe atenção, talvez, na fase adulta, pode acontecer de aquela criança procurar atenção de alguma forma, como: Semeando a discórdia, fazendo intrigas, sendo espalhafatosa (o que nesse caso é o de menos), tendo um temperamento muito forte, matando pessoas... enfim, tudo para CHAMAR ATENÇÃO.
É de se esperar que um casal novo, entre os seus 23~28 anos de idade, não saibam de muitas coisas, e acabam cometendo erros, que são irreversíveis (porém não insuperáveis). Isso pode vir a trazer problemas no futuro ou não. É tudo uma questão de vários fatores juntos. Ok? Bom... tudo esclarecido....
Parece que para aquele menino, o conjunto da obra fez com que ele tivesse sequelas, pois como dito anteriormente, ele não se lembra de coisas boas da infância, apenas coisas ruins.
Contarei uma coisa aqui, pois creio que ninguém lerá mesmo, então está tudo bem.
Um certo dia, aquele garoto, já devia ter uns 9 anos, foi ajudar sua mãe a leva o lixo de casa até o local do condomínio onde moravam que era dedicado à aquilo. A mãe levava uma quantidade de lixo, e o garoto levava outra. Porém, além das sacolas de lixo, o garoto levava também a chave de casa. Quando foram jogar o lixo, o garoto jogou o lixo, juntamente com a chave. Ele entrou em desespero imediatamente, pois conhecia o temperamento de sua mãe. Após dar uma procura no lixo, ele foi até sua mãe e falou que tinha jogado a chave lá dentro. Ele só se lembra do rosto de fúria que sua mãe fazia quando ia bater nele, e então, veio o tapa no rosto. Foi tão forte ao ponto de ele cair no chão e rolar um pouquinho. Então o garoto foi até lá, fuçou no meio do lixo até encontrar a chave. Após encontrar, ele entrega à sua mãe, e ele se vai. A memória acaba aí.
Quais prejuízos essa criança teve após acontecer isso na frente de pessoas do condomínio onde ele morava? Eu não sei... mas se a memória existe, é por uma razão.
Postarei isso sem revisar. Por esse motivo a probabilidade de existir erros de ortografia e concordância são grandes.
E POR HOJE É SÓ.
Se alguém ler isso, deixe seu comentário, para eu saber que você leu.
Até o próximo post.
É de se esperar que um casal novo, entre os seus 23~28 anos de idade, não saibam de muitas coisas, e acabam cometendo erros, que são irreversíveis (porém não insuperáveis). Isso pode vir a trazer problemas no futuro ou não. É tudo uma questão de vários fatores juntos. Ok? Bom... tudo esclarecido....
Parece que para aquele menino, o conjunto da obra fez com que ele tivesse sequelas, pois como dito anteriormente, ele não se lembra de coisas boas da infância, apenas coisas ruins.
Contarei uma coisa aqui, pois creio que ninguém lerá mesmo, então está tudo bem.
Um certo dia, aquele garoto, já devia ter uns 9 anos, foi ajudar sua mãe a leva o lixo de casa até o local do condomínio onde moravam que era dedicado à aquilo. A mãe levava uma quantidade de lixo, e o garoto levava outra. Porém, além das sacolas de lixo, o garoto levava também a chave de casa. Quando foram jogar o lixo, o garoto jogou o lixo, juntamente com a chave. Ele entrou em desespero imediatamente, pois conhecia o temperamento de sua mãe. Após dar uma procura no lixo, ele foi até sua mãe e falou que tinha jogado a chave lá dentro. Ele só se lembra do rosto de fúria que sua mãe fazia quando ia bater nele, e então, veio o tapa no rosto. Foi tão forte ao ponto de ele cair no chão e rolar um pouquinho. Então o garoto foi até lá, fuçou no meio do lixo até encontrar a chave. Após encontrar, ele entrega à sua mãe, e ele se vai. A memória acaba aí.
Quais prejuízos essa criança teve após acontecer isso na frente de pessoas do condomínio onde ele morava? Eu não sei... mas se a memória existe, é por uma razão.
Postarei isso sem revisar. Por esse motivo a probabilidade de existir erros de ortografia e concordância são grandes.
E POR HOJE É SÓ.
Se alguém ler isso, deixe seu comentário, para eu saber que você leu.
Até o próximo post.
domingo, 21 de julho de 2013
Abertura de um novo marcador
Bom, hoje estou aqui para abrir um novo tópico aqui no blog.
Irá se chamar "Pensamentos".
Outro dia me peguei pensando:
"Quem é mais louco?
Aquele que tem a ciência de sua loucura, ou aquele que não à têm?"
Se alguém ler isso, deixe sua opinião abaixo.
Irá se chamar "Pensamentos".
Outro dia me peguei pensando:
"Quem é mais louco?
Aquele que tem a ciência de sua loucura, ou aquele que não à têm?"
Se alguém ler isso, deixe sua opinião abaixo.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Primeira postagem da página "Contemporânea"
Olá
Não sei se alguém lerá as palavras que aqui eu escreverei, mas se alguém ler, gostaria de informar que estou estreando um novo marcador/subtema/página e etc e tal, ao Blog. Se chamará "Contemporânea", que é o que se diz respeito da história (ou estória... não sei*) daquele menino que venho falando.
COMECEMOS ENTÃO A TAL HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO GAROTO.
Hoje, já "adulto" (Será? Em partes sim, em outras ainda não.) aquele garoto é casado, com a mulher que simplesmente ele pediu a Deus, todos temos defeitos, mas mesmo os defeitos dela são bons para ele (Cada louco com sua loucura, não me venha julgar esse rapaz aê, por favor).
Ele está passando por uma parte de sua vida, que nunca se encontrou antes. Ele está perdido e precisando de ajuda... o que nunca precisou antes... NUNCA. E isso o corrói por dentro, de tal maneira que a depressão e seus derivados vem de um jeito tão grande para cima desse rapaz que parece que vão engoli-lo, e como, quando casamos, somos uma metade de um inteiro, isso se espelha na sua também jovem esposa.
Aquele rapaz arrancou um dente. A esposa dele lhe disse que não precisava tirar os pontos, pois na experiência que ela teve, nunca foi preciso retirar porcaria de ponto nenhum. Mas alguns dias após ele ter arrancado o CISO, o dentista entra em contato com ele perguntando:
- Eae rapaz, tudo bem? Tô esperando você aqui para retirar esses seus pontos. Você tá maluco, não veio ainda por quê?
O rapaz pensa: "P.Q.P !!!!" (Creio que seja o suficiente para definir o que ele pensou naquela hora, e quem não entendeu... porra, se mata! (Brincadeira, não se mata não, por favor. Único pecado que não tem volta, sabe como é né?))!
Passaram-se alguns dias, e aqueles pontos iam irritando cada vez mais e mais, e ele não ia ao dentista pois sempre estava muito cansado ou estava em algum psicólogo, ou psiquiatra, ou dormindo, ou cagando... ou seja, ele nunca ia ao bendito dentista... (Para ler o restante clique AQUI)
Certo dia, após voltar da igreja, aquele rapaz muito irritado com os pontos que estavam desprendendo-se, e cheios de sujeira, pegou seu novíssimo canivete butterfly afiadíssimo e foi pro banheiro com álcool e e esqueiro na mão. Claro... a esposa dele ficou maluca no mesmo momento. Começou a contestar furiosamente, mas o rapaz sempre... sempre foi teimoso. Ele, sempre sendo autoritário, pediu/mandou a esposa pegar algodão para ele. E então ela diz:
-Não vou participar da sua insanidade.
Aquilo doeu. Ai como doeu. Ele arregalou os olhos de susto. Ambos não falaram nada após isso, mas o rapaz ficou com seu canivete butterfly, com o álcool, o algodão (que ele teve que ir buscar), o esqueiro e produtos de higiene bucal. Passou-se umas 3 horas (Ele acha. Pelo menos para ele foi mais ou menos isso, prq ele até começou a cantar, e cantou bem umas 3~4 músicas inteiras) e ele conseguiu arrancar os pontos com o canivete, e depois usou um contador de unhas para finalizar o serviço.
Eis a questão: Ele completou o trabalho sozinho. Ele é insano ou não é a metade de um inteiro? Não sei se consigo colocar enquete aqui no blog, vou tentar depois. Mas quem quiser pode comentar enquanto isso.
Até mais...
Não sei se alguém lerá as palavras que aqui eu escreverei, mas se alguém ler, gostaria de informar que estou estreando um novo marcador/subtema/página e etc e tal, ao Blog. Se chamará "Contemporânea", que é o que se diz respeito da história (ou estória... não sei*) daquele menino que venho falando.
COMECEMOS ENTÃO A TAL HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO GAROTO.
Hoje, já "adulto" (Será? Em partes sim, em outras ainda não.) aquele garoto é casado, com a mulher que simplesmente ele pediu a Deus, todos temos defeitos, mas mesmo os defeitos dela são bons para ele (Cada louco com sua loucura, não me venha julgar esse rapaz aê, por favor).
Ele está passando por uma parte de sua vida, que nunca se encontrou antes. Ele está perdido e precisando de ajuda... o que nunca precisou antes... NUNCA. E isso o corrói por dentro, de tal maneira que a depressão e seus derivados vem de um jeito tão grande para cima desse rapaz que parece que vão engoli-lo, e como, quando casamos, somos uma metade de um inteiro, isso se espelha na sua também jovem esposa.
Aquele rapaz arrancou um dente. A esposa dele lhe disse que não precisava tirar os pontos, pois na experiência que ela teve, nunca foi preciso retirar porcaria de ponto nenhum. Mas alguns dias após ele ter arrancado o CISO, o dentista entra em contato com ele perguntando:
- Eae rapaz, tudo bem? Tô esperando você aqui para retirar esses seus pontos. Você tá maluco, não veio ainda por quê?
O rapaz pensa: "P.Q.P !!!!" (Creio que seja o suficiente para definir o que ele pensou naquela hora, e quem não entendeu... porra, se mata! (Brincadeira, não se mata não, por favor. Único pecado que não tem volta, sabe como é né?))!
Passaram-se alguns dias, e aqueles pontos iam irritando cada vez mais e mais, e ele não ia ao dentista pois sempre estava muito cansado ou estava em algum psicólogo, ou psiquiatra, ou dormindo, ou cagando... ou seja, ele nunca ia ao bendito dentista... (Para ler o restante clique AQUI)
Certo dia, após voltar da igreja, aquele rapaz muito irritado com os pontos que estavam desprendendo-se, e cheios de sujeira, pegou seu novíssimo canivete butterfly afiadíssimo e foi pro banheiro com álcool e e esqueiro na mão. Claro... a esposa dele ficou maluca no mesmo momento. Começou a contestar furiosamente, mas o rapaz sempre... sempre foi teimoso. Ele, sempre sendo autoritário, pediu/mandou a esposa pegar algodão para ele. E então ela diz:
-Não vou participar da sua insanidade.
Aquilo doeu. Ai como doeu. Ele arregalou os olhos de susto. Ambos não falaram nada após isso, mas o rapaz ficou com seu canivete butterfly, com o álcool, o algodão (que ele teve que ir buscar), o esqueiro e produtos de higiene bucal. Passou-se umas 3 horas (Ele acha. Pelo menos para ele foi mais ou menos isso, prq ele até começou a cantar, e cantou bem umas 3~4 músicas inteiras) e ele conseguiu arrancar os pontos com o canivete, e depois usou um contador de unhas para finalizar o serviço.
| Canivete Butterfly |
Eis a questão: Ele completou o trabalho sozinho. Ele é insano ou não é a metade de um inteiro? Não sei se consigo colocar enquete aqui no blog, vou tentar depois. Mas quem quiser pode comentar enquanto isso.
Até mais...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Ainda antes do primeiro post
É preciso explicar que os pais daquele garoto, quando casados, viviam em guerra, e quando não estavam em guerra, a mãe desse garoto vivia em depressão profunda, ao ponto de ficar na cama, sem sair de lá o dia
inteiro, sem tomar banho, comer, ou beber nada. O garoto se via obrigado a ajudar, e aos 6~7 anos de idade fazia comida para a mãe, dava remédios nos horários corretos, mesmo que ela recusasse. Quando ele dava comida a ela, o garoto percebia que sua mãe comia apenas para sobreviver. O pai? Distante, trabalhando muito (ou não?), e como ele trabalhava muito, e em uma empresa muito grande, multi-nacional, almejada por qualquer profissional formado na área de atuação daquela empresa na época, era de se esperar um bom dinheiro sempre, todo o mês, mas o garoto lembra de sua mãe dizendo: -Se ele trabalha tanto, para onde vai todo esse dinheiro? O garoto não consegue lembrar-se do que sentia e nem do que fazia no tempo que não estava ajudando/criando sua mãe, e nem se lembra do que fazia naquela época da escola, se era bom ou ruim. Ele presume que era bom estar na escola, exatamente pelo motivo de não se lembrar. Pois tudo o que se lembra, são de coisas ruins...
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Como tudo começou.
Rapaz de 15 anos, jovem, todos os hormônios a flor da pele. Não, não... na verdade isso começa antes, muito antes. Desde que esse rapaz era uma criança. Sua mãe, quando não tinha seus surtos psiquiátricos, seu nervosismo, explosões emocionais com o próprio menino, ou com o pai dele, ou com as tias dele, ou com a vó dele, ou com os vizinhos, ou com as pessoas que convivem com a mesma no trânsito, ou com ela mesma, ou com as pessoas do trabalho dela, e chegava em casa ainda surtada, era uma mãe carinhosa. O pai, pensava ele, não estava tão presente quanto ele queria, mas até ai tudo bem, pois o mesmo trabalhava muito. Ou não?
O menino não sabia, só sabia que vivia em uma família completamente desestruturada e parecia que o mesmo era deixado sempre de lado, pois tinham problemas bem maiores para eles se preocuparem. Então, quando pensa que não, ele ganha um irmão... irmãozinho lindo, que ele amava tanto.Seu pai e mãe davam uma boa atenção a criança, e isso os fazia bem, o que fez com que eles aguentassem por mais tempo aquele casamento, e fez com que o primeiro menino sentisse-se bem também, pois o pai estava mais presente, não por ele, e sim pelo seu irmão, mas isso não importava, e sua mãe não tinha mais tantos surtos. Só que quando o bebê estava por volta de 1,5 anos, os surtos voltaram e eles separaram-se. A historia desse menino não é apenas isso. Vou voltar a falar um pouco mais do passado dele no próximo post.
O menino não sabia, só sabia que vivia em uma família completamente desestruturada e parecia que o mesmo era deixado sempre de lado, pois tinham problemas bem maiores para eles se preocuparem. Então, quando pensa que não, ele ganha um irmão... irmãozinho lindo, que ele amava tanto.Seu pai e mãe davam uma boa atenção a criança, e isso os fazia bem, o que fez com que eles aguentassem por mais tempo aquele casamento, e fez com que o primeiro menino sentisse-se bem também, pois o pai estava mais presente, não por ele, e sim pelo seu irmão, mas isso não importava, e sua mãe não tinha mais tantos surtos. Só que quando o bebê estava por volta de 1,5 anos, os surtos voltaram e eles separaram-se. A historia desse menino não é apenas isso. Vou voltar a falar um pouco mais do passado dele no próximo post.
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